Os pagamentos internacionais da sua empresa ainda operam com baixa previsibilidade, custo elevado e dependência de múltiplos intermediários?
O modelo tradicional de transferências internacionais ainda apresenta diversas ineficiências tanto em custos quanto na falta de visibilidade e no tempo necessário para que o dinheiro chegue ao destino.
Nesse cenário, um movimento vem ganhando força: o uso de stablecoins como alternativa para tornar pagamentos internacionais e a gestão de caixa mais ágeis e eficientes.
Mas afinal, o que são stablecoins?
Stablecoins são ativos digitais desenvolvidos para manter um valor estável, geralmente atrelado a moedas fortes como o dólar ou o euro.
Diferente de outras criptomoedas mais voláteis, elas combinam a estabilidade de moedas tradicionais com a eficiência da tecnologia blockchain.
Na prática, isso significa:
- Transferências internacionais com liquidação muito mais rápida
- Redução significativa de intermediários
- Potencial diminuição de custos operacionais
- Maior previsibilidade no fluxo financeiro
Mais do que uma tendência tecnológica, estamos falando de uma mudança estrutural na forma como empresas movimentam recursos globalmente.
O custo real do modelo atual
Mesmo com a evolução do mercado, as transferências internacionais ainda operam com altos custos, pouca transparência e baixa previsibilidade.
O que está mudando
Stablecoins podem reduzir custos para menos de 1% em alguns casos. A liquidação passa de dias para minutos — ou até segundos. Ao reduzir intermediários, as operações se tornam mais eficientes, com maior visibilidade e controle.
Além disso, o movimento já é relevante: o volume global de pagamentos com stablecoins já ultrapassa US$ 390 bilhões nos últimos anos, e pagamentos B2B representam cerca de 60% desse volume.
Sua tesouraria está preparada para esse novo modelo?
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Trazendo para a realidade brasileira
Mesmo com a evolução do Pix no doméstico, o fluxo internacional ainda depende de:
- Bancos correspondentes
- Baixa transparência nos custos de câmbio
- Necessidade de pré-financiamento de caixa
E aqui está o ponto que mais importa para o CFO: velocidade sem controle não gera eficiência, gera risco.
O que a tesouraria moderna precisa garantir
Sem integração entre bancos, câmbio e ERP; sem visão consolidada de liquidez; sem governança sobre fluxos internacionais — reduções de custo ou ganho de velocidade dificilmente se sustentam no longo prazo.
O desafio da tesouraria moderna não é apenas adotar novas tecnologias. É garantir:
- Previsibilidade de caixa
- Eficiência de capital
- Controle em tempo real
...em um cenário financeiro cada vez mais complexo.
A pergunta é direta: Sua tesouraria está preparada para operar nesse novo modelo, ou ainda está adaptando processos antigos a uma nova realidade?